Gosto de biografias, desde que não sejam escritas pelos próprios, nem pelos inimigos. Os protagonistas tentarão sempre ampliar a sua importância na História, ou mesmo numa história pequenina, e os seus detractores nada mais pretenderão do que ganhar algum dinheiro e denegrir ao máximo a verdadeira dimensão do visado, procurando reduzir-lhe o estatuto social. Enfim, podemos dizer que… é dos...
Crónicas da Sábado: Natascha Kampusch e Carlos Castro, duas autobiografias
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