Tive as minhas experiências “traumáticas” mais recentes quando defendi nestas colunas o valor de Maxi Pereira e de Mariano González, que durante longos meses não justificaram a confiança dos técnicos, o entusiasmo dos adeptos, o reconhecimento de alguma crítica “especializada” e, mesmo, de meia dúzia de prezados camaradas aqui da redação. Torci sempre o nariz a essa “perseguição”, seduzido pela...
Valdés e Zapater: apostas ganhas por Paulo Sérgio
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