Desapareceu Vítor Alves, um dos capitães de Abril mais moderados, sem que os portugueses tivessem parado para pensar no que lhe deviam ou lhe prestassem a homenagem de uns breves segundos de silêncio. Morreu em paz, acabou. Verdadeiramente “emocionante” foi, sim, o quase simultâneo assassínio de Carlos Castro, com os seus contornos bárbaros e promíscuos, em contraste com o mundo de fantasia cor...
Antena paranóica: uma mistura explosiva
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