Não me perguntem porquê, mas não consigo sentir a mínima simpatia por Julian Assange, o australiano que manda no WikiLeaks. Provavelmente porque, ao contrário de uma suposta maioria de companheiros de profissão, corro por fora da corporação, o que desde logo significa que não me identifico com a casta a que muitos julgam pertencer. E vejo que Assange transpira pretensão – no mínimo, a de ser...
Crónicas da Sábado: a contradição do WikiLeaks
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