Não vale a pena falar em revolução tática ou em alterações profundas para justificar a mudança de atitude – e consequentemente de resultados – da Seleção Nacional de Paulo Bento. E não vale a pena porque não é nada disso. Desde logo, o novo selecionador não é bruxo. Nem sequer “chama” pelas forças do Além que tantas horas de aflição pouparam a Luiz Felipe Scolari. Depois, o ex-treinador do...
Como disse Cristiano: é preciso continuar o trabalhinho
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