O Halo provoca-me descargas de adrenalina tão violentas que temo ser abatido à traição Como ainda sou do tempo dos brinquedos de madeira e tive numas geringonças da Meccano e num comboio elétrico da Marklin os meus passatempos de infância preferidos, cheguei tarde ao universo dos videogames. Devo ter começado em 1995, com uma consola Nintendo 64, por causa de um jogo do Super Mário que uma das...
Crónicas da Sábado: o Covenant não passará
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