Durante anos, não digo quantos porque comigo são sempre muitos (ai, ai…), não dei nenhum valor à comida. Descobri esse prazer com uma amiga que me levou aos melhores restaurantes. Lembro-me de que mais admirado ainda do que com a apresentação dos pratos ficava com a eficácia – e alguma subserviência lamentável – do serviço. Um empregado para nos levar à mesa, outro para guardar os casacos...
Crónicas da Sábado: o prazer da mesa, um prazer ameaçado
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